quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A pressa de chegar...

Ultimamente tenho passado algumas horas sozinha. Já dizia o meu professor de Filosofia:  "Antes sozinho do que só. Sozinho estou sempre comigo...". E tenho estado comigo... 

Vim passar uns dias com o namorado antes de voltar a casa para mais um novo começo. Mas, como ele trabalha, estamos juntos apenas ao final da tarde. Enquanto isso vou aproveitando para trabalhar na tese e para fazer as minhas coisas. E tenho muito tempo para pensar. Pensar no hoje e no amanhã. O ontem já era... Já foi. 
Nisto dos pensamentos, sinto-me com pressa de chegar nem sei aonde. Estou mortinha por trabalhar e nem sei por onde começar. Procuro aqui? Lá? Em casa? Onde? Ainda nem acabei o curso mas tenho pressa. 
Depois dizem-me que o mais certo é nem haver trabalho mas nem quero ouvi-los. Tenho pressa. 
Quero ficar em casa, perto da família mas, para já (e se calhar por mais uns anos), o namorado está longe. Ficar em casa pode significar pouco crescimento profissional, poucas oportunidades, a estagnação. Não quero. Mas casa é casa... Então devo sair. Para onde? Longe de casa mas quão longe? Tenho pressa de respostas...

Respiro fundo e volto ao hoje, antes do amanhã, hoje. Um dia de cada vez...

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Eu a ver os filmes nomeados para os Óscares

E vou no segundo, desta vez Golpada Americana. Muito bom! Mas, e tendo em conta a (reduzida) lista de filmes nomeados visualizados, o Clube de Dallas vai à frente no que toca a preferências. 

Aceitam-se convites para ir ao cinema continuar a apreciação. 


Bradley, os caracolitos ficam-te a matar!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Porque nunca é demais reforçar

Já se escreveu muito, e bem, sobre o assunto mas, o Ricardo Araújo Pereira tem sempre aquele jeito especial. 
Muito bom, aqui.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Distraídos atraem distraídos

Em minha casa, uma amiga repara no meu guarda-roupa e verifica que tenho um pijama polar igual ao dela.

Ela - Tens um pijama igual ao meu, é mesmo quentinho. Mas... O teu está estranho... Não me digas que lhe passaste o ferro de engomar...

Eu - Não. Está só do avesso.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Sol volta, estás perdoado

Já nem vou falar no frio que esse está pelas portas da morte mas convenhamos, andar de secador em cima do estendal é chato. Um bocadinho, vá...

domingo, 26 de janeiro de 2014

O sentido prático das minhas amigas

Em conversa, uma amiga diz que vai ser dama de honor no casamento de uma amiga de infância. Outra amiga responde que isso é demasiado americano e que quando casar não quer nada disso.

Amiga 1 - Oh, não é nada. Também quero ser dama no teu!
Amiga 2 - Não, não. Não vai haver damas nenhumas.
Amiga 1 - Mas eu tenho que ter um papel activo no teu casamento.
Amiga 3 (até então calada) - E vais ter. Vais e comes.

Muito bom.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Matthew, Matthew...

Voltámos às salas de cinema e desta vez para ver O Clube de Dallas.



Eu gostei muito da história, do elenco, de tudo de uma forma geral. Gostei de ver o Matthew Mcconaughey a sair da sua zona de conforto e deixar o ar de galã de lado para mostrar que é um grande actor!

Mas, filmes à parte, querido Matthew, já percebemos que és versátil, que não és bom apenas a fazer comédias românticas e que não precisas de mostrar os abdominais para ganhar a vida, portanto, toca a colocar tudo no sítio que assim é que estás bem!



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Do [Grande] Cristiano...

Já tudo se disse. Foi mais do que merecido e enche-me de orgulho ver alguém que é Português, mais, alguém que reconhece no nosso mar o conforto que nele encontro, alguém que soube seguir os caminhos, nem sempre fáceis, que o levaram ao sucesso e assim levar mais longe, e em bom, o nome deste país.
Que continues assim, Cristiano.

Também já me ri muito à conta das manas Aveiro e da D. Dolores mas, lá no fundo, não me esqueço que não sou mais do que elas, conterrâneas, não me esqueço que na sua humildade apoiam o seu irmão/filho como qualquer familiar de verdade o faria.

Ao ver a D. Dolores limpar as lágrimas na sua echarpe recordei a minha mãe, que vibra a cada passo de lagarto que dou. Um elogio de alguém que me é superior é suficiente para fazê-la emocionar-se. 
A D. Dolores, ao ver o seu filho, o seu "querido" filho, ser consagrado pela 2ª vez como melhor do mundo (MELHOR DO MUNDO!), o seu filho que nasceu num berço pobre em dinheiro mas rico de amor receber a bola de ouro, tem mais que direito a emocionar-se e limpar as lágrimas onde bem entender.

E para quem tanto a critica, digo-vos mais, o filho nunca poderão ter mas nem a porcaria da echarpe, que deve ser cara como tudo, um dia vão sequer ver, quanto mais poder limpar-se nela!

RONALDOOOOOOOO!


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A sincronizar...

Na vida, as mudanças podem ser comparadas ao sincronizar de uma televisão. 

Isto com a Zon, Meo e por aí fora a coisa ficou diferente, mas eu sou bem do tempo da sincronização manual, em que ficava tudo em modo "arroz" durante um tempo até que iam surgindo, um a um, os canais.
Lembro-me de ficar a olhar para a televisão até ficar com a visão desfocada enquanto esperava pelo canal aparecer...

Pois bem, com as mudanças funciona da mesma forma. Está tudo bem, na nossa zona de conforto, até termos de "sincronizar", mudar de área e procurar pelos "canais". Até aparecerem as imagens que tanto queremos ver anda tudo em modo "arroz", a preto e branco. Parece que já passou uma eternidade e nada de ver as cores.
Sinto-me um bocadinho assim. Aos poucos já vou juntando a minha lista de "canais", já vou vendo mais cores. Mas, sinto-me a sincronizar, a perceber que este será um ano de "sincronização" em que vou ter canais a grande qualidade em algumas alturas e noutras vou estar a ver arroz e a bater com os "botões do comando" para sincronizar...

Mas estamos bem, estamos bem.


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Há sempre um lado positivo, ou vários

Ah, já agora, a hipótese de fazer "Orasmus" (ou Erasmus, como queiram) já está excluída. A parte boa da coisa é que a minha mãe já não tem de passar vergonhas a tentar dizer onde está a filha... Isso e, quem sabe, poder estar em casa mais rapidamente do que imaginava.